Dia nacional da Pessoa com Deficiência

Criado com o objetivo de conscientizar sobre a importância do desenvolvimento de meios de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade, o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência foi comemorado, na tarde da última quinta-feira (21), com um encontro promovido pela Prefeitura de Queimados, por meio da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Promoção da Cidadania, que reuniu a Coordenadoria de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e os munícipes atendidos por ela, no Centro de Esporte e Lazer da Terceira Idade.

Durante o evento, foi destacada a importância da luta pela inclusão das pessoas com deficiência na sociedade, através dos vários benefícios que são de direito do deficiente. Entre eles: a primeira habilitação, colocação do deficiente no mercado de trabalho, habitação popular, com unidades adaptadas, através do programa Minha Casa, Minha Vida e a credencial para estacionamento da pessoa com deficiência, todos oferecidos pela Prefeitura de Queimados, através de encaminhamento pela Coordenadoria que tem à frente, a deficiente física, Sirlene Marquiori.

Para o Prefeito Carlos Vilela é fundamental a promoção de políticas públicas de inclusão. “Hoje ainda vemos muito preconceito contra a pessoa com deficiência. Principalmente com as deficiências que não são visíveis, como a deficiência auditiva, por exemplo. Nosso compromisso é, antes de qualquer coisa, respeitar a pessoa com deficiência e promover sua inclusão social. Por isso, temos uma coordenadoria específica para cuidar desse segmento com todo cuidado e atenção”, ressaltou.

Morador do bairro Valdariosa, Jorge Luiz, de 32 anos, sofreu um acidente aos 20 anos de idade e teve que amputar parte da perna esquerda e, a partir daí, sua vida mudou totalmente.  Segundo ele, foi através da Coordenadoria, que conseguiu aceitar sua deficiência. “Tinha muita dificuldade de aceitar que, naquele momento, minha vida havia mudado. A coordenadoria me ajudou bastante, consegui meu emprego através dela e tenho o passe de estacionamento. É complicado demais ser deficiente, sofremos muito preconceito. Às vezes, quando estou de calça, as pessoas discutem comigo, me dizendo que não sou deficiente porque minha prótese não fica aparente. Existem lugares que só posso ir de bermuda, para mostrar que realmente tenho a deficiência”, disse.

Fonte: Prefeitura de Queimados
Foto: Igor Lima

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